<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Fímbria Lunática &#187; itunes store</title>
	<atom:link href="http://fimbria.com.br/tag/itunes-store/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://fimbria.com.br</link>
	<description>Cultura pop para quem é wannabe cult!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Sep 2010 01:46:44 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Os Anos 2.000 &#8211; O artista é você!</title>
		<link>http://fimbria.com.br/2009/12/15/os-anos-2-000-o-artista-e-voce/</link>
		<comments>http://fimbria.com.br/2009/12/15/os-anos-2-000-o-artista-e-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mohajar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[anos 2000]]></category>
		<category><![CDATA[arctic monkeys]]></category>
		<category><![CDATA[cauda longa]]></category>
		<category><![CDATA[chris anderson]]></category>
		<category><![CDATA[flickr]]></category>
		<category><![CDATA[fotolog]]></category>
		<category><![CDATA[itunes]]></category>
		<category><![CDATA[itunes store]]></category>
		<category><![CDATA[long tail]]></category>
		<category><![CDATA[longtail]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[myspace]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fimbria.com.br/?p=469</guid>
		<description><![CDATA[Talvez esta parte da retrospectiva seja a única que já virou teoria ensinada em salas de aula &#8211; tudo graças a Chris Anderson, que publicou o livro The Long Tail (A Cauda Longa no Brasil). O nome peculiar faz referência ao gráfico de popularidade, que teve a seguinte mudança após o surgimento de algumas ferramentas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez esta parte da retrospectiva seja a única que já virou teoria ensinada em salas de aula &#8211; tudo graças a <strong>Chris Anderson</strong>, que publicou o livro <a href="http://www.thelongtail.com/"><strong>The Long Tail</strong></a> (<strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa">A Cauda Longa</a></strong> no Brasil). O nome peculiar faz referência ao gráfico de popularidade, que teve a seguinte mudança após o surgimento de algumas ferramentas nos últimos anos:</p>
<div id="attachment_470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/500px-Longtail.png" alt="Eixo X são os artistas, saindo do mainstream (esq.) e indo até o underground (dir.). Eixo Y é a popularidade. A linha azul representa o século passado: enorme popularidade dos grandes artistas e valores próximos a zero para os alternativos. A linha vermelha representa os anos 2.000: a popularização dos artistas de nicho e a redução leve dos popstars." title="longtail" width="500" height="333" class="size-full wp-image-470" /><p class="wp-caption-text">Eixo X são os artistas, saindo do mainstream (esq.) e indo até o underground (dir.). Eixo Y é a popularidade. A linha azul representa o século passado: enorme popularidade dos grandes artistas e valores próximos a zero para os alternativos. A linha vermelha representa os anos 2.000: a popularização dos artistas de nicho e a redução leve dos popstars.</p></div>
<p>Esta mudança no comportamento do mundo artístico todos já percebemos, mas quem são os culpados? O primeiro já falamos no artigo anterior: o <strong>download ilegal</strong>. Se as grandes gravadoras o abominaram, os artistas em geral o <em>adoraram</em>. Isso principalmente porque uma mídia que custava caro pra prensar agora era desnecessária: era só alugar algumas horas em um estúdio e soltar seu arquivo <em>mp3</em> na web! Este foi o primeiro passo, mas ainda não era suficiente, pois não havia uma organização de conteúdo, era tudo baseado na indidação de amigo. Para o mainstream, a <strong>iTunes Store</strong> solucionou o problema organizacional, mas para o underground, foram as <strong>redes sociais</strong> as salvadoras da pátria!</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/arctic-monkeys-myspace-500x292.png" alt="E a tal geração MTV começa a perder espaço para a geração MySpace!" title="arctic-monkeys-myspace" width="500" height="292" class="size-full wp-image-472" /><p class="wp-caption-text">E a tal geração MTV começa a perder espaço para a geração MySpace!</p></div>
<p>Apesar de já ter sido desbancado pelo <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a> como <em>a maior rede social do mundo</em>, o <a href="http://www.myspace.com/">MySpace</a> foi a rede social pioneira. A proposta era sensacional: o usuário cria uma conta, escreve um perfil falando sobre si e faz o upload de suas músicas. Os dados preenchidos no perfil facilitavam a segmentação, possibilitando que o público encontrasse exatamente o que queria ouvir. O formato foi um sucesso, e podemos citar a banda <a href="http://www.myspace.com/arcticmonkeys">Arctic Monkeys</a> como o símbolo da &#8220;<em>geração MySpace</em>&#8220;.</p>
<p><span id="more-469"></span><br />
A parte mais irônica da história da banda britânica é que eles não sabiam que estavam no <strong>MySpace</strong>. Exatamente isso! Eles estavam fazendo tudo no <em>método antigo</em>: gravando demos e distribuindo em shows, mandando música para rádios, etc. Foram fãs que criaram o perfil e promoveram a mega-viralização das músicas. Pouco tempo depois, eles já chamavam atenção de gigantes do mainstream, como <a href="http://www.bbc.co.uk/radio/"><strong>BBC Radio</strong></a> e <a href="http://www.mtv.com/"><strong>MTV</strong></a>, tendo até um release de sucesso na <strong>iTunes Store</strong>. Quando finalmente assinaram com uma gravadora e lançaram o primeiro disco, o resultado não poderia ser outro: <em>recorde mundial de vendas no lançamento</em>!</p>
<div id="attachment_473" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/arcticwhateverpeoplesay.jpg" alt="Capa do disco de estréia da banda, Whatever People Say I Am, That&#039;s What I&#039;m Not, que vendeu 363.735 cópias no primeiro fim-de-semana!" title="arcticwhateverpeoplesay" width="500" height="500" class="size-full wp-image-473" /><p class="wp-caption-text">Capa do disco de estréia da banda, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, que vendeu 363.735 cópias no primeiro fim-de-semana!</p></div>
<p>Este caso específico do mercado fonográfico simboliza uma revolução em todos os segmentos do entretenimento. O que o <strong>MySpace</strong> foi para a música, o <strong><a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a></strong> foi para os videos, o <a href="http://ww.fotolog.com/"><strong>Fotolog</strong></a> e o <a href="http://www.flickr.com/"><strong>Flickr</strong></a> foram para imagens, o <strong><a href="http://www.blogger.com/">Blogger</a></strong> e o <strong><a href="http://www.wordpress.com/">WordPress</a></strong> para textos e assim por diante. De repente, não é só a <em>banda de MySpace</em> que estava sendo comparada às do <em>mainstream</em>. Passamos a reconhecer blogueiros como editores (exemplo recente é o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/09/29/cnn-lanca-aplicativo-para-iphone-e-incentiva-o-jornalismo-cidadao/">texto do Carlos Merigo</a> que foi usado na prova do concurso para o Ministério da Comunicação), celebridades de YouTube como as de TV (quem não conhece o <a href="http://twitter.com/ahnao">anão</a> da infame Dança do Quadrado, ou então Jeremias José, o bêbado mais cool do Brasil?), twiteiros como formadores de opinião (<a href="http://twitter.com/twittess">Twittess</a>, <a href="http://twitter.com/cardoso">Cardoso</a>…)!</p>
<div id="attachment_474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 446px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/redesociais.jpg" alt="Em quais destas você possui perfil?" title="redesociais" width="436" height="500" class="size-full wp-image-474" /><p class="wp-caption-text">Em quais destas você possui perfil?</p></div>
<p>Nos anos 2.000, qualquer um passou a gerar conteúdo e ter um público que, grande ou pequeno, era um público fiel e apreciador! Os artistas não dependiam mais dos veículos para divulgarem seu trabalho: a internet era um veículo público, gratuito e de grande alcance. Nos anos 2.000 alcançamos a democratização da informação e do entretenimento.</p>
<p>Leia os outros artigos da série <a href="http://fimbria.com.br/tag/retrospectiva/">Os Anos 2.000</a>:<br />
1. <a href="http://fimbria.com.br/2009/12/01/os-anos-2-000-intro/">Retrospectiva da Era da Informação</a><br />
2. <a href="http://fimbria.com.br/2009/12/04/os-anos-2-000-voce-comanda-a-tv/">Você comanda a TV!</a><br />
3. <a href="http://fimbria.com.br/2009/12/09/os-anos-2-000-itunes-store/">Entretenimento sob demanda</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fimbria.com.br/2009/12/15/os-anos-2-000-o-artista-e-voce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os Anos 2.000 &#8211; Entretenimento sob demanda</title>
		<link>http://fimbria.com.br/2009/12/09/os-anos-2-000-itunes-store/</link>
		<comments>http://fimbria.com.br/2009/12/09/os-anos-2-000-itunes-store/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 03:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mohajar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[anos 2000]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[blockbuster]]></category>
		<category><![CDATA[cauda longa]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ipod]]></category>
		<category><![CDATA[itunes]]></category>
		<category><![CDATA[itunes store]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[napster]]></category>
		<category><![CDATA[Os Anos 2.000]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva 2000]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fimbria.com.br/?p=430</guid>
		<description><![CDATA[Hoje vou falar de uma das principais mudanças culturais desta década: a forma como temos acesso ao entretenimento. Esta indústria já entrou nos anos 2000 abalada: softwares como Kazaa, Audiogalaxy e o famigerado Napster promoviam a distribuição gratuita de arquivos, em especial músicas no formato mp3. Foram diversas as tentativas das gravadoras de conter o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vou falar de uma das principais mudanças culturais desta década: a forma como temos acesso ao entretenimento. Esta indústria já entrou nos anos 2000 abalada: softwares como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kazaa"><strong>Kazaa</strong></a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audiogalaxy"><strong>Audiogalaxy</strong></a> e o famigerado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Napster"><strong>Napster</strong></a> promoviam a distribuição gratuita de arquivos, em especial músicas no formato <em>mp3</em>. Foram diversas as tentativas das gravadoras de conter o avanço, mas a cada processo judicial ganho, os softwares e usuários se multiplicavam ainda mais. Quando tudo parecia perdido para o mundo da música, uma mente brilhante de um mercado até então sem muita conexão com este trouxe a salvação.</p>
<div id="attachment_431" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Napster-1023x263.jpg" alt="Se você sentiu nostalgia ao ver esta logo, parabéns, você é um nerd ancião da internet!" title="Napster" width="512" height="132" class="size-large wp-image-431" /><p class="wp-caption-text">Se você sentiu nostalgia ao ver esta logo, parabéns, você é um nerd ancião da internet!</p></div>
<p>Em 2003, <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs">Steve Jobs</a></strong> resolveu entrar no mercado dos <em>mp3 players</em>. O problema é que outras empresas de renome (como a <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Walkman#Early_Releases">Sony</a></strong> por exemplo) já estavam presentes. Para obter sucesso, algo inoavdor precisaria ser apresentado. Por isso, junto com o seu <strong>iPod</strong>, a <strong>Apple</strong> lançou a <strong>iTunes Store</strong>: uma loja online de músicas. Qual foi a sacada? Primeiro o preço: em vez de pagar em torno de 25 dólares por CD (com 14 músicas, indiferente se você gostou de uma ou de todas), cada música avulsa custaria próximo de <em>1 dólar</em>. Em segundo, a logística: não havia CD, não havia loja física, não havia frete. O consumidor comprava do conforto de sua casa, baixava o arquivo em seu computador e pronto! E terceiro, a ausência do sentimento de culpa. O <strong>download</strong> era <strong>legal</strong>.<br />
<div id="attachment_433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Captura-de-tela-2009-12-09-às-00.55.20.JPG" alt="E a Store não é acessível pelos browsers normais, apenas pelo iTunes!" title="itunesstore" width="512" height="361" class="size-full wp-image-433" /><p class="wp-caption-text">E a Store não é acessível pelos browsers normais, apenas pelo iTunes!</p></div></p>
<p>Em pouco tempo, as gravadoras começaram a reviver. O download ilegal continuou existindo, claro, mas este novo nicho encontrado foi suficiente para manter os caixas saudáveis. Ao longo da década muitos atritos com a <strong>Apple</strong> levaram as gravadoras a ameaçarem sair da loja online, mas no fundo elas sabiam que não tinham escolha. O formato de música em mídia, que nasceu no LP, foi pro K7 e estava no CD, havia morrido para sempre.</p>
<p><span id="more-430"></span><br />
Mas não pára por aí: com os avanços tecnológicos, a banda larga foi se popularizando e possibilitando o download de arquivos mais pesados. Na segunda metade da década quem começou a sofrer com os downloads foi a <strong>indústria cinematográfica</strong>! E como num <em>replay</em>, o mesmo processo foi seguido: começou com o total desespero, o dilúvio de processos judiciais, a tentativa de extinção do <strong><a href="http://www.thepiratebay.org/">The Pirate Bay</a></strong> (assim como foi feito com o Napster), a quebra das locadoras de video (assim como acontecera com as lojas de CD) e terminou com a mesma solução sendo encontrada.<br />
<div id="attachment_435" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://thepiratebay.org/"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/thepiratebay.jpg" alt="A história deste site é interessantíssima. Eles chegaram até a tentar fundar um país para fugir das leis de direitos autorais. Vale a pena conhecer!" title="thepiratebay" width="468" height="468" class="size-full wp-image-435" /></a><p class="wp-caption-text">A história deste site é interessantíssima. Eles chegaram até a tentar fundar um país para fugir das leis de direitos autorais. Vale a pena conhecer!</p></div></p>
<p>Atualmente além de música, temos filmes na <strong>iTunes Store</strong>, mas em um modelo diferente: eles são <strong>locáveis</strong>, não compráveis. Como funciona? Você escolhe no catálogo, paga, efetua o download como nas músicas, porém este arquivo só funcionará por 48 horas. Como nas antigas locações. Para fugir da falência global, empresas como a <strong><a href="http://www.blockbuster.com/">Blockbuster</a></strong> tiveram que aderir à evolução e hoje contam com locadoras online neste modelo.</p>
<div id="attachment_437" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Captura-de-tela-2009-12-09-às-01.09.54-1024x735.jpg" alt="Eles até tentam um tipo de Mídia Delivery, mas o sucesso mesmo é o download!" title="blockbuster" width="512" height="368" class="size-large wp-image-437" /><p class="wp-caption-text">Eles até tentam um tipo de Mídia Delivery, mas o sucesso mesmo é o download!</p></div>
<p>E a terceira mídia passando por mudanças agora é o <strong>livro</strong>. Isso mesmo: com o crescente download de livros no formato <em>PDF</em>, a venda do artefato físico caiu também, e é nesse cenário que a <strong>Amazon</strong> introduziu o tal do <strong>Kindle</strong>. O que é o <strong>Kindle</strong>? É este aparelho que você vê na foto abaixo, no qual seus netos irão ler todo o conteúdo daquele monte de livro empoeirado da sua estante. Da mesma forma que músicas e filmes, os livros agora são comprados online e baixados para o <em>gadget</em>.</p>
<div id="attachment_438" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/kindle1-1024x1004.jpg" alt="Ele permite até que você rasure seu livro, na tentativa de reproduzir fielmente a experiência original!" title="kindle1" width="512" height="502" class="size-large wp-image-438" /><p class="wp-caption-text">Ele permite até que você rasure seu livro, na tentativa de reproduzir fielmente a experiência original!</p></div>
<p>Eu poderia escrever mais uns 5 parágrafos falando de cada mídia, mas prefiro não me alongar. Acredito que ficou claro para todos nós que as <em>gravadoras, produtoras e editoras</em> perderam o comando do mercado. Agora <strong>quem comanda somos nós</strong>: o catálogo todo está a nossa disposição e iremos comprar exatamente o que queremos ouvir, ver ou ler. E se tentarem manipular? Bem… O download ilegal estará sempre aí.</p>
<div id="attachment_439" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://fimbria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/cdfim.jpg" alt="O destino de todas as mídias físicas!" title="cdfim" width="400" height="266" class="size-full wp-image-439" /><p class="wp-caption-text">O destino de todas as mídias físicas!</p></div>
<p>Este artigo se completa com o próximo capítulo da série, no qual falarei sobre a famosa <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa">teoria da Cauda Longa</a></strong>. Se ainda está díficil entender o choque cultural causado pela internet, tenho certeza de que ficará bem claro no próximo post!</p>
<p><em>Update: Coincidentemente, hoje mais um passo foi dado neste assunto! Gravadoras lançam um site em parceria com o YouTube para disponibilizar videoclips! <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link?title=gravadoras_lancam_novo_site_em_parceria&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1">Clique aqui</a> para ver, a dica foi do <a href="http://twitter.com/WebWagner">@WebWagner</a>!</em></p>
<p>Confiram o que já foi postado na série <a href="http://fimbria.com.br/tag/retrospectiva/">Os Anos 2.000</a>:<br />
1. <a href="http://fimbria.com.br/2009/12/01/os-anos-2-000-intro/">Retrospectiva da Era da Informação</a><br />
2. <a href="http://fimbria.com.br/2009/12/04/os-anos-2-000-voce-comanda-a-tv/">Você comanda a TV!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fimbria.com.br/2009/12/09/os-anos-2-000-itunes-store/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
